quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Morfologia dos oceanos

 
 
Aproximadamente dois terços da superficie da terra encontram-se abaixo dos oceanos. Antes do século XIX , a profundidades dos oceanos eram matéria de pura expeculação , e a maioria das pessoas pensava que o fundo nos oceanos era relativamente liso e sem quaisquer aspectos relevantes.A exploração oceanica foi melhorando , e ficamos a saber que a maioria dos processos geológicos que ocorrem na terra estão ligados directamente ou indirectamente á dinamica dos fundos oceanicos .

Atráves da utilização de técnicas como sonar e de véiculos-robôs  foi possivel contruir um modelo de morfologia do fundos dos oceanos
 
  • O estudo do relevo submarino sugere que as rochas do fundo se formam a partir de materiais libertados nos rifts , que se expandem pela planicie e se afundam nas fossas .
  • Os riftes são mais frequentes nos fundos oceãnicos mas ocorrem , por vezes nos continentes .
A primeira Teoria da Deriva Continental é elaborada pelo geofísico e meteorologista alemão Alfred Weneger (1880-1930). No livro A Origem dos Continentes e dos Oceanos (1915), Weneger afirma que as terras do planeta se encontravam inicialmente agrupadas em um único supercontinente – o Pangéia –, que se fragmentou há cerca de 200 milhões de anos. No entanto, sua hipótese não foi confirmada pelos cientistas da época, porque não explicava qual a força que teria provocado os deslocamentos. Logo após a 2ª Guerra Mundial (1939-1945), em 1947, um grupo de cientistas do Observatório Geológico de Lamont, nos EUA, comprova a teoria de Weneger, que é aceita até hoje. Desde a desagregação do Pangéia, a superfície terrestre encontra-se em movimento contínuo, até chegar à configuração mais recente dos continentes, que se estabelece há cerca de 60 milhões de anos. Atualmente, a deriva continua: a América do Sul, por exemplo, se afasta da África cerca de 5 cm por ano.

Formando-se assim o nosso estado actual




 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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